Controle de privacidade mais rigoroso minimiza riscos cibernéticos para as empresas

Com a crise econômica europeia dominando os noticiários, poucas pessoas sabem que o Fórum Econômico Mundial classificou as ameaças cibernéticas como a maior ameaça para a infraestrutura global neste ano, acima de um colapso financeiro, desastres naturais e terrorismo. Para se ter uma perspectiva mais ampla da situação: de acordo com a Symantec, no ano passado o número de ataques de hackers na América Latina aumentou 81%, o que representa 5.500 milhões de ataques.


Principais tendências como computação em nuvem, dispositivos móveis e redes sociais revelam que há mais pontos de entrada para os dados digitais e mais riscos. Globalmente já existem cerca de cinco bilhões de dispositivos conectados à Internet. Esse número deverá crescer para 50 bilhões em 2020[i] principalmente em regiões como a América Latina, que atualmente é a que mais cresce em termos de penetração online.[ii]
Hoje em dia nós vivemos nossas vidas online. Todos os dias nós compartilhamos detalhes íntimos sobre a nossa situação financeira, social e de saúde, confiantes de que nossos dados estão seguros e protegidos. Mas quão protegidos?


Cada vez que uma pessoa usa a Internet, deixa um rastro de onde foi e o que fez. Muitas vezes, essas informações são coletadas e utilizadas de forma não autorizada. As informações cibernéticas de maior interesse são as informações de identidade pessoal, seguidas pelas informações de identidade do governo e cartões de crédito.


De acordo com um relatório da Deloitte, os dados são um bem mais valioso do que o dinheiro, pois o uso do dinheiro é único, ou seja, uma vez que é gasto, se foi. Os dados, por outro lado, podem ser reutilizados para produzir mais dinheiro. Cyibercriminosos reutilizam dados para acessar as aplicações bancárias on-line, autorizar e ativar cartões de crédito ou acessar a rede de uma organização.[iii]


Enquanto o mundo digital continua a crescer, o ambiente legal e regulatório corre para se recuperar. Várias regiões do mundo, como os EUA e a UE, OCDE[iv], mostraram um caminho a seguir para o desenvolvimento de uma contenção em torno da privacidade online. As jurisdições da América Latina também estão começando a introduzir regulamentação para proteger informações pessoais online.


Desde 2009, Peru, Colômbia, Costa Rica, Uruguai, Brasil, Argentina e México têm implementado ou atualizado suas leis de privacidade de dados que prevê sanções a serem impostas em caso de violação sobre os dados de proteção. Brasil, Uruguai e México têm adicionado cláusulas de notificação sobre de violação de dados em suas contas, semelhante às cláusulas que existem em quase todas as leis estaduais dos Estados Unidos e os Estados-Membros da União Europeia.


Gestão de risco e segurança de dados, portanto, deve ser uma prioridade para todos os líderes empresariais para operar dentro dos novos regimes de proteção de dados. Neste sentido, a alta administração das organizações, não só precisa se preparar e prevenir ataques cibernéticos externos como cyber roubo e/ou fraude e cyberterrismo, mas também a ataques ou riscos internos que normalmente ocorrem nas empresas e não são percebidos.
Uma maior proteção contra ameaças de computador pode ser obtida por métodos mais sofisticados na gestão dos riscos, cooperação público-privada mais próxima, o que já estamos vendo com as Nações Unidas e a proteção cibernética de risco comercial. Uma cobertura de seguro especializada em proteção de dados e responsabilidade cibernético como o CyberEdge Chartis têm um papel vital para ajudar as empresas a minimizar o custo do risco cibernético.

 

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Categoria: Notícia

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