Vale a pena contratar um seguro residencial?

 

Todo brasileiro quando ouve a palavra seguro, logo a associa com a preservação do bem material mais valioso à sua vida, o automóvel. Entretanto, há anos a conquista da casa própria tornou-se prioridade a muitos, mas, mesmo assim, é muito difícil ver pessoas que possuem esta cobertura, mesmo após serem vítimas de algum roubo, ou terem vizinhos e conhecidos que já sofreram alguma perda. Em um geral, este custo-benefício do seguro residencial pode ajudar principalmente quem mora em locais de risco.

   
A região bragantina sofre com grande incidência de vendavais e alagamentos, e nas zonas industriais o fornecimento de energia elétrica é pouco estável, com picos de luz frequentes. São nestes casos que uma apólice de seguro pode cobrir a reposição dos bens e uma eventual reconstrução da casa. O investimento vale a pena, já que o custo de um seguro - residência bem completo não costuma ultrapassar 0,5% do valor do imóvel, chegando ao máximo a 1%. Em contrapartida, o seguro do carro, um dos mais adquiridos, costuma variar entre 3% a 9% do valor do veículo.
 
A ajuda de um corretor de seguros é muito válida. Ele pode avaliar as coberturas mais adequadas para o seu perfil. Por exemplo: quem mora em apartamento não necessita das coberturas de enchente e vendaval, mas é viável ter uma contra roubo. Portanto, exija do seu corretor um orçamento detalhado por escrito e solicite uma explicação de todas as possíveis exclusões existentes no contrato. Isto ajuda o contratante a se certificar de que os eventos que podem ocorrer estão de fato cobertos.

 

Data: 21.11.2012 - Fonte: Jornal da Cidade


Categoria: Notícia

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